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Diário de Penápolis

Cidade & Região

17/11/2010

Moradora reclama de corte ilegal de árvores

Rafael Machi Moradora reclama de corte ilegal de árvores Um caminhão é utilizado pela empresa para realizar a manutenção do outdoor

DA REPORTAGEM

A professora aposentada Eunice Lopes, 55 anos, moradora à avenida Eduardo de Castilho, defronte a escola Dr. Carlos Sampaio Filho, reclama de um corte de árvores, plantadas próximo à esquina da Eduardo Castilho com a Mario Sabino, que teria sido feito por uma empresa de outdoors da cidade, porque atrapalhavam a visibilidade de um deles instalado naquele local.  “Uma das árvores foi plantada por mim e estava com quase três metros de altura, outro dia quando acordei estava cortada por inteira”, afirmou. Ela disse que as árvores existentes no local são cuidadas diariamente e um trabalho de poda é feito para que não prejudique as pessoas que passam pelo local. “Queremos que o local fique mais agradável para os moradores, e pessoas que passam por ali, mas infelizmente já tivemos quatro árvores cortadas pouco tempo depois de plantadas”, comentou. Ela informou já ter procurado a direção da escola, Secretaria Municipal de Cultura e o Fórum (onde foi aberto um inquérito) para tentar resolver o problema, mas pela falta de provas concretas não conseguiu levar o caso adiante. Eunice disse que após o corte de uma das árvores entrou em contato com a loja que realizava a divulgação no outdoor e questionou por que do corte. A proprietária disse que “apenas comentou com o responsável pela empresa de outdoor que aquelas árvores atrapalhavam a visualização da propagada”. A moradora também reclama de danos causados na calçada da escola, por um caminhão usado na manutenção do outdoor. A reportagem do DIÁRIO entrou em contato com o proprietário da empresa que é regularizada, e este informou que não faz nenhum tipo de corte de árvores, e que ainda recicla 100% do material utilizado através dos serviços da Corpe (Cooperativa dos Recicladores de Penápolis). Quanto ao problema da calçada, ele afirmou que o caminhão foi necessário por se tratar de um trabalho mais delicado devido à altura do muro e que se houver um pedido da escola que locou o espaço, a empresa realizará a manutenção necessária. (Rafael Machi)


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