23/06/2012
DA REPORTAGEM
O Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) divulgou esta semana os dados da geração de empregos em Penápolis referentes ao mês de maio.
Segundo o órgão do Ministério do Trabalho, a cidade registrou um saldo positivo de 1.387 empregos, número que colocou o município na 11ª colocação das cidades que mais geraram empregos em todo o Brasil durante o mês passado. Em abril deste ano, o município estava com saldo de apenas 113 novos empregos, e durante os meses passados, já conseguiu ocupar 2.450 vagas criadas.
Com relação ao mês de maio, o setor que mais teve contratações foi o da indústria de transformação, foram admitidas 1.421 pessoas e 213 demissões, apresentando um saldo positivo de 1.208 empregos. Já o setor de serviços foi o responsável pela admissão de 151 pessoas, apresentando 93 demissões, obtendo um saldo positivo de 58. A agropecuária também se destacou, segundo o Caged, com 214 novos contratos contra 166 demissões, resultando em um saldo positivo de 48 para o setor.
O comércio penapolense teve um saldo mais modesto. Em maio deste ano os comerciantes contrataram 151 pessoas, porém, demitiram 123, gerando um saldo de apenas 28. A construção civil, no mês de abril teve saldo negativo de quatro, ou seja, demitiu mais do que contratou, em maio conseguiu se recuperar e passou a ter saldo positivo com 23 novos empregos, sendo 52 contratações e 29 demissões.
Penápolis perdeu apenas para grandes centros geradores de oportunidades empregatícias como São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR), Petrolina (PE), Bebedouro (SP), Porto Velho (RO), Pontal (SP), Goiânia (GO) e Franca (SP). Capitais como Porto Alegre (RS), Fortaleza (CE), Campo Grande (MS) e Florianópolis (SC) aparecem bem abaixo de Penápolis na lista divulgada pelo Caged que mostra as 50 cidades que mais geraram empregos em maio.
Brasil
O País encerrou o mês de maio com a criação de 139.679 empregos com carteira assinada, segundo dados do Caged. É o pior resultado desde maio de 2009. Um ano antes, o mesmo mês tinha registrado a geração de 252.067 postos de trabalho formais. A agropecuária foi o setor que mais gerou vagas, foram 46.261. Em seguida veio o setor de serviços, com geração de 44.587 empregos. Um total de 20.299 oportunidades foram criadas pela indústria de transformação, enquanto que a construção civil respondeu por 14.886 empregos gerados. Em abril, foram geradas no País 216.974 oportunidades. Os primeiros cinco meses do ano somaram 737.894 vagas com carteira assinada. No ano passado, considerando as informações declaradas fora do prazo pelos patrões e empresas, foram gerados 1.944.560 postos de trabalho formais. O resultado foi inferior ao de 2010, quando foram abertas 2,52 milhões de oportunidades. (Rafael Machi)
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