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28/03/2013

Alternativa: Construção de “mergulhão” solucionará incômodos da linha férrea

Secom-PMP Alternativa: Construção de “mergulhão” solucionará incômodos da linha férrea Vereador Ricardinho, prefeito Célio e Ricardo Rossi Madalena, do DNIT esquerda para direita), durante reunião ontem em São Paulo

A construção de uma obra chamada de "mergulhão", semelhante a um projeto realizado na cidade paranaense de Maringá, deverá ser a alternativa mais viável para acabar com os transtornos ocasionados pela passagem da linha férrea pelo centro de Penápolis.

A afirmação é do prefeito de Penápolis, Célio de Oliveira, que esteve ontem (27) na sede do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), em São Paulo, para tratar do assunto. Acompanhado do vereador Ricardinho Castilho, o prefeito Célio foi recebido pelo superintendente do DNIT, Ricardo Rossi Madalena. De acordo com Célio, a prefeitura municipal está retomando as discussões para resolver definitivamente a questão; a retirada dos trilhos do centro da cidade, ação almejada há muito tempo e inclusive solicitada aos órgãos governamentais pela gestão passada, pode ser considerada um sonho distante, segundo o prefeito foi informado pelo departamento.

"Durante a nossa conversa com o superintendente do DNIT, ele nos sugeriu uma alternativa mais viável, tanto do ponto de vista econômico como logístico, e que não demanda longo tempo para ser concretizada. É a construção do chamado mergulhão, com quatro viadutos, projeto inclusive já realizado na cidade de Maringá", explicou Célio de Oliveira. "O superintendente Ricardo Madalena nos acenou como possível e mais barato esse tipo de obra, que neste caso resolve definitivamente o problema da passagem dos trens pelo centro da cidade. De acordo com ele, seria um investimento seis vezes menor que o da retirada dos trilhos", contou. O prefeito de Penápolis revelou ainda que o encontro de ontem tratou dos primeiros passos em direção à realização da obra. Segundo ele o DNIT exige, antes de tudo, a realização do projeto de EVTEA (Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental). "Esse estudo é muito caro, requer contratação de empresa especializada e é extremamente minucioso. Não é um processo simples e demanda investimentos de aproximadamente R$ 1 milhão", falou Célio.

"Por esta razão nós tentaremos uma forma de viabilizar a realização deste processo através do próprio Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, já que o Governo Federal autoriza a realização do estudo por meio do órgão", acrescentou o prefeito ao confirmar que vai buscar incessantemente a resolução do problema. Secom – PMP

 


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