14/06/2013
DA REPORTAGEM
Uma criança de apenas 10 meses de idade sofreu queimaduras de 1º grau na região pélvica quando tomava banho em uma creche da cidade. O fato teria acontecido na tarde de quarta-feira (12) quando uma funcionária do Centro de Educação Infantil Municipal (CEIM) São Francisco, localizada no bairro São Francisco, banhava a criança. Segundo o apurado pela reportagem, a funcionária teria esquecido, de verificar a temperatura da água, e somente após iniciar o banho percebeu que a temperatura estava bastante elevada. A família da criança foi chamada ao CEIM e, junto com funcionários da unidade, foi levada ao Pronto Socorro para receber atendimento, mas devido a idade, o médico plantonista preferiu que ela fosse levada para um centro especializado de queimados na cidade de Catanduva. A família da vítima informou que após receber atendimento na unidade daquela cidade, foi informada que o caso não é grave, mas que necessita de um período de observação para depois iniciar o tratamento correto, razão pela qual ela precisou permanecer internada. A reportagem do DIÁRIO conversou com o secretário municipal de Educação, José Carlos Pansonato Alves, o Zeca, que informou estar acompanhando o caso. "Quando soube o que havia acontecido fiz questão de ir ao Pronto Socorro para saber o estado da criança e conversar com a família para dar total assistência", comentou.
Apuração dos fatos
O secretário Zeca informou que a funcionária envolvida, que exerce a função na Educação Municipal há quatro anos, ficou bastante abalada com o ocorrido e não foi trabalhar no dia seguinte para se recuperar. "Na verdade ainda não conversamos com ela sobre como e porque o fato aconteceu, sabemos apenas que o acidente foi na hora do banho da criança. A funcionária ficou muito triste com o que houve e por isso estamos aguardando sua recuperação para conversarmos e iniciarmos a apuração dos fatos", explicou. O secretário esclareceu que primeiro irá apurar os fatos e que só depois analisará se houve ou não negligência por parte da funcionária e quais as medidas cabíveis. "Não podemos tomar nenhuma atitude precipitada, temos que verificar corretamente o que houve ouvir nossa funcionária para decidir o que deve ser feito em relação ao caso", explicou. Zeca informou que a própria família da criança entende que o fato foi um acidente e pediram para que ela não seja punida. "Conversando com alguns familiares, ainda no PS, eles nos pediram para que a educadora não fosse punida, já que ela sempre teve um carinho muito grande pela criança e pelo serviço prestado para as demais da creche, sendo que eles mesmos acreditam que tudo não tenha passado de um infeliz acidente", ressaltou. O caso foi registrado na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) e um inquérito deve ser instaurado para apurar o fato. A delegada responsável, Maria Salete Cavestré Tondato, informou que a família e a funcionária da creche poderão ser ouvidas nos próximos dias. Mesmo com o incidente, a unidade educacional conhecida como "super creche" não teve alteração em sua rotina de trabalho, e não houve registro de reclamações de pais das demais crianças. (Rafael Machi)
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