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Diário de Penápolis

Cidade & Região

24/10/2013

Justiça ouve testemunhas de acidente que matou 10 pessoas

DA REPORTAGEM

 

A Justiça de Penápolis realizou na terça-feira (22) a audiência de instrução do processo sobre o acidente ocorrido em julho de 2011 quando o motorista José Rogério dos Santos, que conduzia um caminhão canavieiro acabou provocando a colisão de uma van, resultando na morte de 10 pessoas na rodovia Assis Chateaubriand, em Penápolis. Além da van, se envolveram mais dois caminhões, o ônibus do cantor sertanejo Gusttavo Lima, e um carro, sendo que os motoristas destes veículos sofreram apenas ferimentos leves. Santos, que residia em Buritama foi denunciado pelo crime em 10 de abril deste ano e havia a expectativa de que o julgamento acontecesse na terça-feira (22), quando já estavam marcados interrogatórios, debates e julgamento. O problema é que na ocasião foram ouvidas apenas testemunhas que residem em Penápolis e em municípios mais próximos. As que residem no Estado de Goiás, como os motoristas do ônibus do cantor Gustavo Lima, que se envolveu no acidente, serão ouvidas por carta precatória. Somente depois que todas as testemunhas forem ouvidas é que a Justiça marcará a data de audiência para que o Ministério Público faça suas alegações finais e posteriormente seja definida a sentença final. A pena para o homicídio culposo (sem a intenção de matar) varia de um a três anos de prisão e pode ser aumentada em um terço se o autor "deixar de prestar imediato socorro a vítima, não procurar diminuir as conseqüências do seu ato ou fugir para evitar a prisão em flagrante". Este acidente é considerado um dos mais graves já ocorridos na região. Na época, o motorista havia adentrado a rodovia para convergir um caminhão canavieiro, momento em que uma das carretas se soltou e provocou o acidente. Na ocasião, o caminhão carregado com cerca de 60 toneladas de cana saiu de um canavial e cruzou a rodovia, quando deveria ter seguido pela estrada e feito o retorno que fica a três quilômetros do local do acidente. As vítimas fatais eram passageiras da van, que saiu de São José do Rio Preto transportando parentes de presos que cumpriam pena em presídios na região de Dracena. Dos 11 ocupantes, o motorista, oito mulheres e um bebê de 5 meses morreram. Apenas Juliana Mesquita dos Santos, com 27 anos na época, sobreviveu, mas ficou dez dias internada na Santa Casa de Araçatuba. (Rafael Machi)


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