06/11/2013
Câmara Municipal teve aprovação de requerimento do vereador Zeca Monteiro na defesa busca de conciliação trabalhista para que a Santa Casa tenha certidão
A Santa Casa de Penápolis corre risco de deixar de receber aproximadamente R$ 100 mil mensais do governo de São Paulo através do Pró-Santa Casa. O prejuízo pode acontecer com a nova exigência para participação no convênio: Certidão de Dívida Trabalhista, documento que o hospital não possui e cujo prazo termina dia 13. O caso foi repercutido anteontem na sessão da Câmara Municipal. O vereador Zeca Monteiro (PT), apresentou requerimento em caráter de urgência na defesa de conciliação entre Santa Casa e as partes trabalhistas reclamantes. O documento do petista contata diversas autoridades, como da Justiça do Trabalho, Sindicato dos Trabalhadores na Área da Saúde, Santa Casa, administração municipal e Câmara Municipal. “A Santa Casa vive momento muito difícil com déficit mensal de cerca de R$ 120 mil. Em outra situação em que o prédio da Santa Casa estava para ser leiloado, houve apoio da Justiça do Trabalho e o problema foi contornado”, considerou Zeca Monteiro.
O vereador Rodolfo Valadão Ambrósio, o Dr. Rodolfo (PROS), afirmou que os recursos do Pró-Santa Casa são de enorme importância para a Santa Casa de Penápolis. “A Santa Casa tem as certidões negativas municipal, estadual e federal, mas a partir de agora será exigida a certidão trabalhista. A dívida trabalhista do hospital é elevadíssima”.
O vereador Ricardinho Castilho (PV), pediu união suprapartidária em apoio à continuidade do Pró-Santa Casa para Penápolis. “Há poucos meses, eu e o vereador Fabinho atuamos para que fosse pago o Pró-Santa Casa que estava atrasado e sabemos da diferença que estes recursos fazem para o hospital”.
O presidente da Câmara Municipal, Caíque Rossi (PSD), lembrou que o município já destina mensalmente grande quantidade de recursos para a Santa Casa e defendeu mobilização para que o governo estadual permaneça com auxílio ao hospital.
O vereador Lucas Casella (PROS), reforçou pedido por união para que a Santa Casa continue a receber recursos do Pró-Santa Casa.
O vereador Francisco José Mendes, o Tiquinho (PSDB), disse que resultado positivo deve ser buscado com a parte trabalhista. “A questão trabalhista tem que ser ajustada mesmo. A intervenção política não funcionará sem passar por isso”.
O vereador Fábio Pereira, o Fabinho (PSDB), informou que na segunda-feira o secretário estadual de Planejamento, Júlio Semeghini, já era contatado para auxiliar a Santa Casa de Penápolis. “Espero que nesta semana tenhamos boas notícias”.
Imprensa/Câmara
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