28/03/2014
DA REPORTAGEM
Mais um penapolense foi vítima do golpe do bilhete aplicado na manhã de quarta-feira (26) na avenida Cunha Cintra, no centro de Penápolis. Uma aposentada de 73 anos perdeu R$ 15 mil e joias. O dinheiro teria sido sacado pela vítima em agências bancárias e entregue para as golpistas.
Segundo informações do Boletim de Ocorrência, a aposentada disse para a polícia que caminhava pela citada avenida por volta das 10h00 quando foi abordada por uma mulher que alegou ser analfabeta. Durante a conversa, a golpista disse para a vítima que estava procurando uma loja de roupas nas imediações e que estava com um bilhete premiado no valor de R$ 3 milhões, e que o proprietário do estabelecimento teria se disponibilizado em ajudá-la a receber o prêmio.
Enquanto as duas conversavam, uma terceira mulher se aproximou dizendo ser advogada, e ao saber do bilhete premiado ofereceu ajuda para buscar o prêmio, convidando a vítima para as acompanharem, diante da promessa da golpista que dividiria R$ 200 mil. Ela aceitou a oferta e foi com as duas golpistas até o centro da cidade, momento em que a suposta advogada pediu para a aposentada ir ao banco retirar uma quantia em dinheiro como forma de garantia, o que foi feito pela idosa, que sacou R$ 5 mil em um banco, enquanto as golpistas a esperaram próximo ao Santuário de São Francisco.
A vítima entregou o dinheiro para a suposta advogada, que perguntou se ela tinha mais alguma quantia, como ela informou que possuía outra conta em outra agência, a golpista falou para ela ir sacar mais R$ 10 mil e lhe entregar, o que foi feito. A bandida pegou o dinheiro e guardou em uma caixa, que estava no porta malas do carro.
A advogada também disse que estava contribuindo com dinheiro como garantia, mostrando algumas notas que aparentavam serem dólares. Para concluírem o golpe, as autoras da ação entregaram o suposto bilhete premiado para ela e pediram para que fosse à agência da Caixa Econômica Federal enquanto elas estacionavam o veículo.
A vítima disse ter esperado as mulheres por mais de duas horas, quando um segurança lhe informou que poderia se tratar de um golpe e foi orientada a falar com o gerente da agência, que por sua vez recomendou que ela procurasse a polícia para registrar Boletim de Ocorrência. A aposentada foi ouvida no 1º Distrito Policial, onde um inquérito deve ser instaurado para que o caso seja investigado.
(Rafael Machi)
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