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04/06/2014

Mecânico morre triturado ao cair em moenda

Imagem/Arquivo Família Mecânico morre triturado ao cair em moenda O mecânico Cláudio Correia realizava manutenção de uma moenda quando caiu no maquinário em funcionamento, morrendo na hora

DA REPORTAGEM

O mecânico Cláudio Soares Correia, também conhecido como “Casqueira”, de 49 anos, morreu no fim da tarde de segunda-feira (02) depois de cair na moenda de cana da Usina Clealco Penápolis e ter seu corpo esmagado pelo maquinário. Segundo informações do Boletim de Ocorrência, o fato aconteceu por volta das 18h30. Consta que a vítima trabalhava na moenda junto com um amigo na manutenção do equipamento, e em determinado momento, teria ido para uma passarela e com um varão empurravam os bagaços de cana que estavam sobre a moenda. Por motivos a serem esclarecidos, o mecânico caiu sobre o maquinário e teve seu corpo esmagado. A testemunha, que trabalhava com a vítima disse que não viu como ocorreu o acidente, pois teria se distraído por alguns instantes e ao se virar não viu mais o companheiro, percebendo que ele havia caído. Ele desligou o maquinário, mas não conseguiu evitar a morte do colega. A Unidade de Resgate do Corpo de Bombeiros foi acionada, mas o mecânico já estava morto. Policiais do Instituto de Criminalística (IC) de Penápolis estiveram no local para realizarem os trabalhos de praxe, um laudo sobre o acidente deve ser emitido em até 30 dias. O corpo de Correia foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Araçatuba para exames necroscópicos. O velório ocorreu durante o dia de ontem no Bom Pastor Memorial e o sepultamento ocorreu no fim da tarde do cemitério Jardim da Paz. Claudio Soares Correia deixa esposa e dois filhos. 

Clealco
A Usina Clealco de Penápolis, através de sua assessoria de imprensa, lamentou o acidente e afirmou que está dando toda a assistência necessária para a família, desde custos com velório, assistência médica e outros cuidados que a família necessitar. A empresa informou que Correia era funcionário antigo da Usina Campestre e que foi reincorporado à Clealco, depois da compra do parque industrial devido sua experiência com a manutenção do maquinário, sendo, inclusive, um dos líderes do setor. Após o acidente, toda a moagem de cana foi paralisada, a previsão era de que os trabalhos se normalizassem na madrugada ou na manhã de hoje. Em respeito ao funcionário, os demais trabalhadores e amigos foram liberados do serviço na usina para comparecerem ao velório. A Clealco afirmou que segue todos os padrões de segurança vistoriados por técnicos e demais responsáveis, e acredita que o funcionário seguia todos os padrões, sendo que o ocorrido foi caracterizado como um “infeliz acidente”.

(Rafael Machi)


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