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Diário de Penápolis

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28/11/2014

Ácido sulfúrico vaza de tanque na rodovia em Penápolis

Imagem/Rafael Machi Ácido sulfúrico vaza de tanque na rodovia em Penápolis Área próxima ao caminhão com a carga de ácido sulfúrico teve que ser interditada

DA REPORTAGEM

Um vazamento de ácido sulfúrico ocorreu na manhã de ontem de um caminhão na rodovia Marechal Rondon (SP 300) em Penápolis. Apesar de ser uma pequena quantidade, houve mobilização do Corpo de Bombeiros de Penápolis por conta dos riscos que o produto oferece. De acordo com o que foi apurado, o ácido estava sendo transportado por um caminhão tanque que seguia de Paulínia (SP) para Rinópolis (SP). Ao passar pela base da Polícia Militar Rodoviária de Penápolis, por volta das 04h30, o condutor foi parado por policiais para fiscalização de rotina. Durante a averiguação do veículo, um dos policiais percebeu que o tanque onde o ácido era transportando estava com um pequeno vazamento. Diante do perigo oferecido pelo produto químico, a área onde o caminhão estava estacionado precisou ser isolada e o Corpo de Bombeiros foi acionado ao local para prestar apoio. Uma parte do produto que vazou atingiu o solo nas proximidades, mas segundo o Corpo de Bombeiros, não há risco de contaminação por conta da pequena quantidade e da distância que há entre o local do vazamento e os mananciais da região. Por conta disso, o trabalho de contenção do produto foi realizado pelos próprios bombeiros que atenderam a ocorrência. Mesmo assim, técnicos da Cetesb foram acionados para a verificação do local. Durante a contenção do vazamento foi necessário providenciar uma cobertura para o local por conta do risco de chuva, já que a água em contato com o ácido provoca o evaporamento do produto. Durante o dia de ontem, um caminhão da empresa responsável pelo transporte da carga foi enviado ao local para o transbordo. O ácido sulfúrico concentrado pode causar severa irritação ao trato respiratório, pele, olhos. O contato com o produto pode resultar em severas queimaduras, cicatrizes, inibição funcional e cegueira se respingar nos olhos e em casos mais graves pode levar à morte. A inalação de vapor ou névoa pode causar tosses, espirros, irritação ou sangramento nasal, deficiência respiratória, edema pulmonar, enfisema e alterações permanentes em funções pulmonares. Na ingestão causa corrosão na membrana mucosa da boca, garganta e esôfago, dor gástrica com náuseas e vômitos.

(Rafael Machi)


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