21/12/2014
DA REPORTAGEM
Penápolis registrou resultado negativo em relação à geração de empregos no mês de novembro, apontou o levantamento do Cadastro Geral de empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho.
O levantamento mostrou que a cidade teve geração negativa de 69 no número de empregos formais na cidade. Somente em novembro foram 529 admissões e 598 desligamentos. Este é o segundo mês consecutivo que a cidade tem geração negativa de empregos, já que em outubro o número foi de menos 76. Naquele mês a cidade registrou 510 admissões contra 586 desligamentos.
Ainda referente a novembro, o Caged apontou que o setor que apresentou o maior saldo na geração de empregos foi o de vendedor do comércio varejista, com 16 vagas criadas. Em segundo lugar ficou o setor do operador de caixa, com 13 novas vagas. O de alimentados de linha de produção, em Penápolis, registrou o terceiro maior saldo de novembro, com 10 novas vagas. Se por um lado existem os setores que estão contratando, por outro existem aqueles que registraram saldos negativos no mês de novembro. O menor saldo foi o do servente de obras, que no mês passado teve saldo negativo de 29 vagas. No mesmo caminho esteve o motorista de caminhão de rotas regionais e internacionais, com saldo negativo de 28 empregos. O setor do costureiro na confecção em série, que em setembro estava entre os três que mais geraram empregos, com 10 vagas criadas, em novembro esteve em um cenário completamente contrário, com menos 19 vagas criadas, estando entre os três setores com os menores saldos. Ainda segundo o levantamento, Penápolis registrou 59 vagas criadas em novembro referente ao 1º emprego e no mês passado a cidade possuía o registro de 4.635 estabelecimentos.
Brasil
O país gerou 8.381 vagas de emprego formais no mês de novembro. De acordo com o governo, o saldo de postos gerados é resultado da admissão de 1.613.006 e da demissão de 1.604.625 trabalhadores. Segundo dados oficiais, o saldo de empregos gerados em novembro representa uma queda de 82% em relação ao mesmo mês de 2013, quando foram criados 47.486 postos de trabalho com carteira assinada. O resultado também é o pior para um mês de novembro desde 2008, durante a crise financeira mundial, quando foram cortadas 40.821 vagas formais, ou seja, é o pior em seis anos. Apenas três dos oito setores da economia pesquisados registraram expansão do emprego em novembro, informou o Ministério do Trabalho. O comércio abriu 105 mil vagas e os serviços contrataram 29,5 mil trabalhadores no mês passado. Por outro lado, setores como a indústria de transformação, a construção civil e a agricultura tiveram demissões em novembro, de, respectivamente, 43,7 mil, 48,8 mil e 32,1 mil trabalhadores. No ano, o saldo de vagas geradas é positivo, em 938,04 mil postos de trabalho com carteira assinada. Com isso, houve uma queda de 39,3% frente ao mesmo período de 2013 – quando foram gerados 1,54 milhão de empregos formais. O resultado da criação de empregos formais, no acumulado dos onze primeiros meses deste ano, também foi o pior, pelo menos, em 13 anos, ou seja, desde o início da série disponibilizada pelo governo em 2002. Também foi a primeira vez que o saldo ficou abaixo de um milhão neste período.
(Rafael Machi)
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