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24/03/2015

Câmara Municipal aciona Promotoria para apuração de supostas irregularidades na aquisição de lonas e adesivos pela prefeitura

Imprensa/Câmara Câmara Municipal aciona Promotoria para apuração de supostas irregularidades na aquisição de lonas e adesivos pela prefeitura Instituto de Profissões, um dos locais com possíveis irregularidades apontadas por Professor Luiz, Tiquinho e Ricardinho Castilho na aquisição de lonas e adesivos

A Câmara Municipal de Penápolis, através dos vereadores Luís Antonio Alves de Oliveira, o “Professor  Luiz”,  Francisco José Mendes, o  Tiquinho  (PSDB)  e Ricardinho Castilho (PV), protocolaram junto ao Ministério Público pedido de investigação de supostas irregularidades na aquisição de lonas e adesivos realizada pela prefeitura. Segundo eles, a administração municipal paga mensalmente valores superiores aos estipulados  em contrato com uma gráfica. Os parlamentares  apontam dúvidas  se os materiais de fato  foram adquiridos conforme metragem  constante em notas. Professor Luiz, Tiquinho e Ricardinho Castilho realizaram  medições  em alguns prédios públicos municipais e verificaram  que o montante de lonas e adesivos locais não era condizente com os constados  em notas fiscais pagos à empresa. Um dos casos ocorreu no Instituto de Profissões,  na  Av.  Antônio Veronese, em que a nota fiscal tem  o pagamento de 620 metros quadrados de lonas e 145 metros quadrados de adesivos para carros. Os três vereadores  verificaram in loco que não havia  mais que 30 metros quadrados de lonas. “O  mais estranho é que o Instituto de Profissões não possui  carro próprio,  portanto   não há nenhuma possibilidade de utilizar adesivos.  Todavia, os valores  referentes ao  montante de lonas (620 metros quadrados) e adesivos (145 metros quadrados)  foram pagos à gráfica. O valor pago por metro quadrado é de R$ 15,00”, consideram Professor Luiz, Tiquinho e Ricardinho Castilho. Eles também relatam que o montante de lonas e adesivos adquiridos mensalmente pela prefeitura extrapola o que está previsto em contrato. Para evitar risco do  caso da grama esmeralda, quando os mesmos vereadores solicitaram pedido de abertura  de CEI (Comissão Especial de Inquérito) na Câmara Municipal e o  houve reprovação, dessa vez  eles protocolaram a denúncia diretamente ao Ministério Público. Professor Luiz, Tiquinho e Ricardinho Castilho  informam que ainda protocolarão  pedido de investigação  ao Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE).

Imprensa/Câmara


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