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Diário de Penápolis

Cidade & Região

29/08/2015

Cidade tem a pior geração de empregos desde 2013

DA REPORTAGEM

O mês de julho obteve o pior resultado na geração de emprego dos últimos 19 meses em Penápolis, segundo levantamento feito mensalmente pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), ligado ao Ministério do Trabalho. Em julho, Penápolis obteve um saldo negativo na geração de empregos, menos 174 postos criados. 
A cidade não registrava um número tão negativo desde dezembro de 2013, quando o Caged divulgou um saldo de menos 257 empregos naquela época. Além disso, o mês passado voltou a ter crescimento negativo em relação ao mesmo período de anos anteriores. Em julho de 2013 foram menos 588 vagas registradas., diminuindo em julho de 2014, quando foi registrado um saldo negativo de apenas 11 empregos. Em julho deste ano o saldo negativo voltou a crescer, fechando o terceiro mês consecutivo no vermelho na geração de empregos em Penápolis. A queda começou a ser sentida em maio, quando o saldo foi negativo em 74 vagas, enquanto no mês seguinte aumentou para menos 121 vagas. Em julho deste ano foram registradas 502 admissões, e 676 demissões. Neste mesmo mês, o setor que mais contratou foi o de alimentador de linha de produção, com 20 novas ofertas. Em segundo lugar foi o trabalhador polivalente do curtimento de couros, que gerou sete novas vagas. Por outro lado, o número referente aos saldos negativos na cidade têm sido maiores. O setor do comércio varejista foi o vilão em julho, com saldo negativo de 26 vagas. A crise vivenciada pelo Supermercado Luzitana, que fechou as portas em julho e demitiu seu quadro de funcionários foi a principal causa do negativismo no emprego vivenciado atualmente. Com saldos negativos nos setores de embalador à mão, repositor de mercadorias e operador de caixa, que apresentaram os três piores saldos, depois do comércio varejista, com 89 vagas perdidas.

Brasil
Pelo quarto mês seguido, em julho houve mais demissões do que contratações no mercado de trabalho brasileiro. Foram perdidos 158 mil empregos com carteira assinada. Foi o pior resultado para o mês desde 1992, quando começa a atual série histórica do Ministério do Trabalho. Em julho, mais de 1,5 milhão de trabalhadores foram demitidos e quase 1,4 milhão foram contratados. 
Os setores que mais fecharam postos de trabalho com carteira assinada foram: indústria, serviços, comércio e construção civil. Mas a agropecuária teve saldo positivo: criou quase 25 mil vagas. 24 estados reduziram o nível de emprego. São Paulo lidera o ranking com 38.109 vagas a menos em julho.

(Rafael Machi)


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