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Diário de Penápolis

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20/10/2015

Reorganização das escolas estaduais tem discussão na Câmara

Imprensa/Câmara Reorganização das escolas estaduais tem discussão na Câmara Representante da Apeoesp, Tereza Cristina, reclamou de falta de diálogo do governo de São Paulo sobre a reorganização das escolas estaduais

Audiência pública promovida sexta-feira pela Câmara Municipal de Penápolis reforçou posicionamento contrário à reorganização das escolas estaduais proposta pelo governo de São Paulo. O encontro teve a participação de professores, funcionários e alunos da rede estadual de ensino. A Apeoesp foi representada pela diretora estadual da categoria, Tereza Cristina Moreira e os alunos, por Larissa Gimenes Rodrigues, da União Municipal dos Estudantes Secundaristas. O dirigente regional de Ensino de Penápolis, Lucinei Aparecido Euzébio, não compareceu para o debate, o que foi criticado. O presidente da Câmara Municipal, Alexandre Gil (PT), afirmou que a ausência, mesmo justificada com outro compromisso, representou um desrespeito ao Legislativo e à comunidade escolar. O petista reiterou rejeição para a reorganização das escolas estaduais com separação das etapas de ensino por unidades. “Trata-se de uma medida imposta, autoritária”, considerou Alexandre Gil.
A representante da Apeoesp também reclamou da falta de diálogo do governo estadual para as alterações definidas. Tereza Cristina disse que a comunidade escolar não foi ouvida e que as mudanças não contribuem com a qualidade da educação.
Em Penápolis,  uma das situações  que preocupam na reorganização proposta pela Diretoria de Ensino, é  deixar a Escola Dr. Carlos Sampaio Filho apenas com  uma etapa de ensino e a Escola Adelino Peters  com outra (6º ao 9º ano do ensino fundamental ou ensino médio). Entre os problemas apontados a partir da efetivação das alterações está a lotação de classes.
O vereador Luis Antonio Alves de Oliveira, o “Professor Luís” (PSDB), lamentou os baixos salários  para professores da rede estadual de ensino e diferenças grandes de valores. “Fico triste pelo fato da forma de tratamento. Para o professor do ensino médio pelo Centro Paula Souza,  o salário é de aproximadamente R$ 7 mil e para outros no Estado, em torno de R$ 3 mil”, considerou o tucano.

Imprensa/Câmara


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