07/01/2016
Profissionais do Daep e Prefeitura participaram de seminário para discutir as condições da água fluoretada ofertada à população
Profissionais do Daep (Departamento Autônomo de Água e Esgoto de Penápolis) e da Prefeitura de Penápolis participaram recentemente do 5º Seminário Estadual Água e Saúde – “Saúde Bucal e Fluoretação - Um Construir Coletivo”, realizado na Faculdade de Saúde Pública da USP (Universidade de São Paulo).
O Daep foi representado pela bióloga Rosane Centenaro Dantas, e pela técnica em química, Adriana Tozzo dos Reis. Representando a Prefeitura, participaram do evento as fiscais da Vigilância Sanitária da Secretaria Municipal de Saúde, Rosana Ribeiro do Nascimento e Elaine Aparecida Assi Sanches.
O 5º Seminário Estadual Água e Saúde foi uma iniciativa do Centro de Vigilância Sanitária, juntamente com a Área Técnica de Saúde Bucal da Secretaria de Estado da Saúde, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo e do Conselho de Odontologia do Estado de São Paulo.
O evento tem por objetivo divulgar e promover o debate sobre os avanços e desafios que a sociedade obteve ou enfrenta em relação à água que consome. Esta quinta edição abordou as condições da água fluoretada ofertada à população, considerando o padrão de qualidade da fluoretação.
As profissionais do Daep e Prefeitura explicam que a partir da década de 70, as legislações federal e estadual passaram a exigir que os Sistemas de Abastecimento ajustassem a concentração de fluoreto presente na água de abastecimento público para fins de prevenção da cárie.
“A fluoretação da água deve ser de maneira adequada dentro dos padrões de 0,6 a 0,8 mg/L evitando a fluorose dentária. Desta forma, recomenda-se que a água consumida esteja dentro dos padrões exigidos pela legislação como é o caso do Daep e de outros departamentos fornecedores de água potável para consumo humano”, explicaram.
Evolução
Segundo o palestrante do Seminário, Dr. Paulo Capel Narvai, especialista e doutor em Saúde Pública, em 2015, a Grande São Paulo completou 30 anos de fluoretação de suas águas. Desta forma foi possível comprovar a importância do flúor para saúde bucal e prevenção da cárie dentária.
“Nestes 30 anos, houve uma redução de 76% de problemas de saúde bucal, inclusive vários ‘mitos’ foram descartados, como por exemplo, aquele que diz que a fluoretação da água causava câncer, osteoporose, entre outros problemas”, explicou Dr. Paulo Capel.
Segundo dados do Conselho Regional de Odontologia de São Paulo, antes da adição de flúor aos cremes dentais e à água, uma criança de 12 anos de idade tinha, em média, 7 dentes atingidos pela doença. Atualmente esse número não ultrapassa dois dentes.
Secom - PMP
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