14/01/2016
Período é de grande facilidade para reprodução dos mosquitos; não deixe água parada
A chuva constante que tem caído nas últimas semanas na região, aliada ao calor, fatores típicos desta época do ano, caracterizam um período de intensa ameaça no que se refere ao aparecimento de larvas do mosquito Aedes Aegypti. O inseto é o transmissor da dengue, que provocou uma epidemia em Penápolis no ano passado. Por isso, apesar da cidade não registrar nenhum caso da doença neste início de 2016, a Secretaria Municipal de Saúde alerta a população para não se descuidar, e manter as residências sem acúmulo de água parada, locais adequados para procriação do mosquito.
De acordo com os dados mais recentes do Serviço Municipal de Vigilância Epidemiológica, houve o registro de apenas 1 caso de dengue em dezembro de 2015. Em janeiro de 2016 não há nenhum registro da doença. Atualmente encontra-se em andamento o Liraa (Levantamento Rápido do Índice de Infestação do Aedes Aegypti); o último levantamento realizado foi em outubro, cujo índice obtido foi 0,9.
Riscos
De acordo com a servidora encarregada da Vigilância Epidemiológica Municipal, Lucimari Domingues Oliveira, trata-se de um período de grande facilidade para reprodução dos mosquitos, que precisam de apenas uma pequena porção de água parada para botar seus ovos.
“Por conta dos altos riscos, a população deve permanecer em alerta. Além da dengue e da febre amarela, outras doenças também são transmitidas pelo mosquito, como a febre chikungunya e o zika vírus, grandes ameaças à saúde pública”, comentou.
“Por isso é necessário monitorar diariamente os quintais e verificar se há criadouros. E além dos quintais, detectar os criadouros que estão dentro das próprias casas. Isso é fundamental”, destacou ela.
“Em recentes visitas domiciliares realizadas pelos nossos agentes, foram encontradas diversas condições favoráveis de procriação do Aedes. Dentro das próprias casas também são verificados criadouros em bandejas de geladeiras, pratos de plantas, box de banheiro, calhas e lajes, e também sanitários que não tem uso frequente” , explicou Lucimari.
A encarregada comentou ainda que atualmente a ênfase é combater o mosquito Aedes, pois ele além da dengue também carregada outras ameaças, como o zika vírus, que tem assustado a população por suas complicações em bebês de mães que tiveram a doença, ocorrendo casos de microcefalia.
Secom – PMP
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