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20/07/2016

Hospital das Clínicas: Penapolense é acusado de envolvimento em esquema ilícito

Imagem/Divulgação - Polícia Federal Hospital das Clínicas: Penapolense é acusado de envolvimento em esquema ilícito Documentos foram apreendidos por agentes da Polícia Federal durante Operação Dopamina

DA REDAÇÃO

O penapolense Waldormiro Pazin, diretor administrativo do Hospital das Clínicas (HC) de São Paulo e presidente da Federação Brasileira de Administradores Hospitalares (FBAH), está entre os envolvidos a “Operação Dopamina” deflagrada na segunda-feira (18) pela Polícia Federal em conjunto com o Ministério Público Federal.
O esquema criminoso visava desviar recursos públicos na compra de equipamentos destinados a pacientes que sofrem de doença de Parkinson. O caso vinha sendo investigado desde fevereiro. O caso ganhou repercussão nacional e os prejuízos aos cofres públicos chegam a R$ 18 milhões.
Segundo informou a Polícia Federal, um neurocirurgião do HC e Pazin, ambos do hospital, são suspeitos de orientar pacientes a ingressar com ações na Justiça para conseguir liminares em caráter de urgência para implante de marca-passo em tratamento de Parkinson. A doença degenerativa limita os movimentos voluntários do corpo, por falta de um neurotransmissor chamado dopamina, daí o nome da operação.
A investigação revelou que os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) estariam sendo forçados, pelo médico, a acreditarem que havia necessidade de realização de cirurgias urgentes para implantes de marca-passo e eletrodos de estímulos ao cérebro, com recursos do SUS, mas sem que realmente precisassem. Assim que a liminar era concedida, marca-passo e eletrodos, usados no procedimento cirúrgico, eram comprados sem licitação de uma empresa específica através do pagamento de propina. O equipamento superfaturado saía por R$ 114 mil. Comprado com licitação pelo SUS, o equipamento custava R$ 27 mil.
De acordo com a investigação, o esquema funcionou entre 2009 e 2014. Nesse período, foram realizadas 154 cirurgias para implante de marca-passo. O prejuízo aos cofres públicos, segundo a polícia, chega a R$ 18 milhões.


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