22/07/2016
DA REDAÇÃO
Morador de Brasília (DF), Servilho Silva de Sousa, 48 anos, complementa a renda da família com R$ 162 do Bolsa Família. Em julho, a família começará a receber R$ 202 do programa. Assim como Souza, desde segunda-feira (18), mais de 13,9 milhões de famílias receberão o benefício com o valor reajustado.
O Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA) está transferindo às famílias mais de R$ 2,5 bilhões. Na família Sousa serão R$ 40 a mais para ajudar na compra do material escolar e nas contas de casa. “Esse aumento vai ajudar muito mesmo. O custo de vida hoje está muito caro. A cesta básica está um preço absurdo”, contou.
Desempregado há dois anos, Sousa trabalhava como motorista em uma empresa que abriu falência. Atualmente, ele sustenta a esposa e os três filhos com bicos de motorista. A esposa, Maria Cristina Sousa, 47, é diarista e também está com dificuldades para conseguir emprego. “Moramos eu, minha esposa e meus três filhos em uma casinha de aluguel. A renda dos bicos chega a R$ 600. Só com o aluguel a gente gasta R$ 350. “Ana Alice de Souza Valentim, 24 anos, decidiu mudar sua vida pelo estudo. Beneficiária do Bolsa Família, ela recebe R$ 155 que ajuda a pagar o curso de pós-graduação em Ciência Forense. Neste mês de julho, ela e o marido passarão a receber R$ 171 do programa. “Esse aumento, mesmo pouco, vai ser muito bom para os meus estudos. Quero logo me formar, passar em um concurso, para não precisar mais dele”, conta com um sorriso no rosto. Ana e o marido, Ezequias Calixto, moram em Brasília (DF). Casados há quatro anos, os dois estão desempregados no momento. Às vezes que trabalham na feira livre do bairro, o casal chega a receber R$ 70 por dia de trabalho. “Não conseguimos fazer muita coisa, e o Bolsa Família também ajuda nos gastos da casa, nos dá estabilidade. “Com o reajuste, anunciado no último dia 29 de junho, o valor médio do benefício passou de R$ 162,07 para R$ 182,31, aumento de 12,5%. O decreto assinado pelo presidente em exercício, Michel Temer, aumenta a linha de extrema pobreza e pobreza, que passaram de R$ 77 para R$ 85 e de R$ 154 para R$ 170, respectivamente.
O índice é superior aos 9% anunciados em maio e não concretizados pela gestão anterior e está acima da inflação dos últimos 12 meses.
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