07/01/2017
A prefeitura alerta a população para não se descuidar, e manter as residências sem acúmulo de água parada
A chuva e o calor habitual desta época do ano são fatores que contribuem para a existência de criadouros do mosquito Aedes aegypti, o responsável pela contaminação da população por uma série de doenças, como a dengue, a febre amarela, zika e chikungunya. Medidas de prevenção devem ser adotadas para conter a disseminação destas enfermidades, uma vez que a cidade registrou um novo caso positivo de dengue, após 4 meses de interrupção da transmissão.
Segundo informações do Serviço Municipal de Vigilância Epidemiológica o exame foi colhido na semana passada, última semana de dezembro, e o resultado positivo chegou neste dia 02 de janeiro. A pessoa contaminada é uma mulher adulta, moradora do centro da cidade, e encontra-se sem riscos, evoluindo bem para recuperação em casa (não houve internação médica).
A paciente não efetuou viagem recentemente, portanto o caso é considerado autóctone. Daí a necessidade de alerta para a prevenção, pois isso indica que após um período grande de descanso o vírus voltou a circular no município.
Ações de bloqueio já foram realizadas pelos agentes do setor de Vigilância num raio de 200 metros ao redor da residência, com busca ativa de sintomas, manejo ambiental (retirada de criadouros) e aplicação de inseticida, todas estas ações de praxe que fazem parte do protocolo do Ministério da Saúde.
Cuidados
A prefeitura alerta a população para não se descuidar, e manter as residências sem acúmulo de água parada, locais adequados para procriação do mosquito.
Pesquisas apontam que normalmente o desenvolvimento do mosquito Aedes aegypti é de 8 a 15 dias, quando ele passa pelas fases de ovo, larva, casulo e mosquito alado. Entretanto, nesta época do ano o tempo de desenvolvimento do mosquito é bem mais acelerado, precisando apenas de 4 dias, devido à chuva e calor.
A melhor forma de se evitar os focos de Aedes é evitar o de acúmulo de água em latas, embalagens, copos plásticos, tampinhas de refrigerantes, pneus velhos, vasinhos de plantas, jarros de flores, garrafas, caixas d´água, tambores, latões, cisternas, sacos plásticos e lixeiras, ralos e sanitários de banheiros sem uso frequente, entre outros.
Atenção para sintomas
Os agentes de saneamento percorrem a região orientando os moradores sobre os cuidados para evitar a proliferação do mosquito, além de atenção especial aos sinais das doenças.
Ao aparecimento dos sintomas é importante procurar uma unidade de saúde o mais rápido possível (as doenças transmitidas pelo Aedes tem sintomas semelhantes): febre alta, dor de cabeça, dor atrás dos olhos que piora com o movimento dos mesmos, perda de apetite, manchas na pele, náuseas, vômitos, tonturas, cansaço, dores nos ossos e articulações. Nos casos mais graves pode haver sangramento pelo nariz, boca e gengivas.
As unidades de saúde (macros e postinhos) funcionam das 07 às 17h de segunda a sexta-feira; no Centro de Saúde (Macro II) o Pronto Atendimento funciona de segunda a sexta-feira das 17h às 21h.
Secom – PMP
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