08/06/2017
Sammarco quer ampliação da discussão sobre animais, inclusive de castração de cães e gatos
O vereador Ivan Sammarco (PPS), discursou segunda-feira, dia 5, na Câmara Municipal, em defesa da ampliação da discussão e levantamento de propostas sobre os animais em Penápolis. A iniciativa foi motivada em repercussão ao caso de patos e gansos no Parque Santa Leonor. Ivan Sammarco disse que a situação polêmica deve ser aproveitada para ampliar o debate no setor, incluindo cuidados para efetivação de castração de cães e gatos através da administração municipal. “É o momento oportuno para fazermos uma grande discussão em audiência pública, envolvendo a Associação Protetora dos Animais e toda a comunidade”, disse Ivan Sammarco. O vereador Carlos Alberto Soares da Silva, o “Carlão da Educação” (PPS), também falou sobre castração de animais. “A administração municipal conta com 3 veterinários. Tem que ser feito planejamento para que pelo menos 1 deles comece a atender gradativamente a castração de animais”.
LDO
Pela segunda vez, a Câmara Municipal adiou a votação em 1ª discussão, do projeto do Executivo da Lei das Diretrizes Orçamentárias (LDO), de 2018. A medida busca mais estudos e informações, principalmente sobre gastos com pessoal e taxa de incêndio. Por unanimidade, o Legislativo aprovou em 2ª e última discussão, projeto de permissão de falta no trabalho pelos servidores municipais para acompanhamentos de filho menor de 18 anos de idade, genitores acima de 65 anos em sendo filho único, cônjuge ou companheiro acima de 65 anos, em consulta médica, após esgotar os 6 abonos de falta e banco de horas.
Funeral
A Câmara Municipal adiou por duas semanas, projeto de lei apresentado pelo Executivo para regulamentação de concessão de eventual auxílio funeral pelo Serviço Municipal de Assistência Social. O prazo aprovado busca aprimoramento da propositura. Entre as considerações dos vereadores, Evandro Tervedo Novaes (DEM), apontou comprometimento do benefício por artigo que exclui atendimento para os casos de quem deixa bens a inventariar. “Por pior que seja a situação econômica de uma pessoa, comum deixar um bem a inventariar e da forma que o projeto está, não poderia haver o auxílio funeral”, disse o democrata.
Imprensa/Câmara
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