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Diário de Penápolis

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15/10/2017

Tiro ao alvo: Atiradores do TG fazem atividade com armas e munições

Imagem/Rafael Machi Tiro ao alvo:  Atiradores do TG fazem atividade com armas e munições Conferência de tiros é feita em um alvo caracterizado há 200 metros de distância

DA REPORTAGEM

Os 50 atiradores do Tiro de Guerra 02/027 de Penápolis participaram na última sexta-feira (13) dos trabalhos de tiro de instrução básica no estande do TG. As atividades complementam todo o trabalho de instrução de armamentos realizados no ano de 2017. Segundo o chefe de instruções, Sargento Egídio Moreira, este momento deve representar o coroamento de cada atirador sobre tudo o que aprendeu no decorrer do ano.  “Este momento deve ser especial para cada um deles. Como parte das instruções recebidas no ano, eles apreenderam muito sobre o armamento, manutenção e o tiro. Aqui eles estão tendo a oportunidade de mostrar o que sabem dentro dos preceitos do Exército”, comentou. Cada um deles pratica uma série de 22 tiros em uma área isolada e com a devida sinalização. Eles precisam acertar alvos caracterizados a uma distância de 200 metros. Para isso, eles possuem quatro oportunidades de cinco disparos cada, sendo deitado com e sem apoio das armas, de joelhos e em pé. Para os trabalhos, porém, uma série de itens de segurança deve ser respeitada pelos atiradores. “A questão da segurança começa pelo manuseio da arma. Uma de nossas regras é que, ela seja carregada somente no momento dos disparos e em hipótese alguma deve ser apontada para outro lado além da área isolada dos alvos”, destacou. Para Egídio, a segurança de cada atirador é fundamental para o bom exercício. “Quando cada um participa deste trabalho é fundamental que as regras sejam cumpridas à risca. Não estamos lidando com brinquedos, mas com arma e balas de verdade. A integridade física de cada jovem é de responsabilidade do Exército”, ressaltou. Moreira destacou também a importância desta atividade para o crescimento de cada atirador. Para ele, a confiança adquirida é o maior dos benefícios. “Quando se trata de uma arma, muitos têm receio de trabalhar. Entretanto, passam a adquirir confiança na atividade que é muito importante e que deve servir de estímulo para outras coisas e vitórias pessoais. O companheirismo também é vivido aqui através da preocupação com o outro, com sua integridade física e o apoio para o bom cumprimento da missão”, finalizou o sargento.

(Rafael Machi)


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