11/11/2017
Câmara Municipal realizou sessão extraordinária no final da tarde de anteontem para votação de projeto sobre repasse de recursos para entidades sociais
Os recursos financeiros fornecidos para entidades sociais através de subvenções do município terão novas regras em Penápolis. As mudanças, num acompanhamento a legislação federal, foram aprovadas anteontem, dia 9, em sessão extraordinária realizada pela Câmara Municipal para votação de projeto encaminhado pelo Executivo. A matéria revogou a lei municipal nº 2.208, de 21 de setembro de 2017, que concedia auxílios e subvenções sociais e médicas. Com a mudança, as entidades interessadas deverão participar de chamamento público promovido pela prefeitura por meio de apresentação de plano de trabalho, comprovação de idoneidade e capacidade de prestação de serviço. Os repasses pela administração municipal continuarão com valor total de R$ 316.500,00. O número de parcelas para pagamento tem alteração de 10 para 12. A classificação do auxílio muda de subvenções sociais para repasses municipais. O apoio financeiro definido em setembro consistia em R$ 30.300,00 para a Associação Vila da Infância, R$ 7.500,00 para a Associação Unidos pela Vida, R$ 15.200,00 para a Associação Renascer da Terceira Idade, R$ 42.500,00 para o Lar Vicentino, R$ 85.000 para a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), R$ 16.000,00 para a Associação dos Deficientes Físicos de Penápolis (Adefipe), R$ 16.000,00 para a Casa da Sopa Antonieta de Almeida e R$ 104.000,00 para o Serviço de Obras Sociais (SOS). As subvenções médicas, com total de R$ 229 mil, não tiveram alteração no seu sistema para concessão. Em 2018, a prefeitura contribuirá com R$ 16.500,00 para a Associação Unidos pela Vida, R$ 150 mil para o Lar Vicentino, R$ 12 mil para o Hospital do Câncer de Barretos, R$ 36.500,00 para o Hospital Espírita João Marchesi e R$ 14 mil para o Movimento Vestindo a Camisa (Moveca).
Vivência
O vereador Júlio Caetano (PSD) , requereu ao Consórcio do Ribeirão Lajeado, informações sobre uma estrutura móvel de área de vivência. Ele questiona a finalidade, data de aquisição, motivos da não utilização e quanto a prefeitura contribuiu para a unidade.
Imprensa/Câmara
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