27/01/2018
DA REPORTAGEM
Penápolis fechou o ano de 2017 com saldo negativo na geração de empregos, segundo balanço divulgado nesta sexta-feira (26) pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), ligado ao Ministério do Trabalho. Esta é a terceira vez nos últimos sete anos que a cidade não conseguiu fechar o número de carteiras assinadas no azul. Em 2015 e 2013, a cidade também fechou o levantamento com saldo negativo.
Segundo o Caged, em todo o ano passado, foram 5.479 admissões em carteira assinada contra 5.732 demissões, o que gerou um saldo negativo de 253 vagas. No total, Penápolis possui 4.956 estabelecimentos que geram empregos formais.
Ainda de acordo com o levantamento, 421 pessoas tiveram seu primeiro registro em carteira no ano passado. 3.654 dispensas foram feitas sem justa causa e 48 demissões tiveram algum motivo justificado. O levantamento mostrou ainda que 1.100 baixas foram feitas a pedido do próprio funcionário.
O Caged mostrou também que, durante todo o ano passado, o setor que mais contribuiu para o saldo negativo de empregos foi o do operador de máquinas de beneficiamento de produtos agrícolas, que fechou o ano com menos 50 vagas. Já o setor do costureiro de calçados, à máquina, ficou com a segunda pior geração, já que fechou o ano com menos 41 vagas. O setor do operador de caixa também não conseguiu bom desempenho e fecho 2017 com menos 38 vagas em Penápolis.
Já na contramão desta crise de empregos sofrida em 2017, o setor do alimentador de linha de produção conseguiu se sobressair, e fechou o ano com saldo positivo, foram 131 contratações. O setor do soldador também teve bom desempenho e obteve a segunda melhor colocação, com 41 novas vagas.
Por fim, o setor do descarnador de couros e peles, fechou o ranking com a terceira melhor geração de empregos. No ano passado foram 28 novas carteiras assinadas.
Dezembro
O Caged apontou ainda que dezembro foi o pior mês na geração de empregos durante todo o ano passado. Foram 300 vagas fechadas somente no mês passado.
Entre os setores que obtiveram os piores resultados está o do tratorista agrícola (-81), operador de máquinas de beneficiamento de produtos agrícolas (-68) e o operador de colheitadeira (-44), entre outros setores que também não conseguiram bons resultados.
Ainda sobre dezembro do ano passado, o setor do soldador foi o que conseguiu os melhores resultados com 83 novas vagas abertas em um mês. O setor foi seguido ainda pelo do caldeireiro de chapas de ferro e aço (41) e do embalador à mão, com 21 novas vagas.
Brasil
O Ministério do Trabalho também confirmou o fechamento de 328.539 vagas com carteira assinada em dezembro. No ano, o saldo ficou negativo em 20.832 vagas, já que foram realizadas 14.635.899 admissões e 14.656.731 desligamentos. Apesar de negativos, os números de dezembro são os melhores para o mês desde 2007, quando houve perda líquida de 319.414 vagas. Em 2016, a perda de empregos foi de 1.326.558. Em 2015, o saldo negativo foi ainda maior ao ficar em 1.534.989 empregos fechados.
(Rafael Machi)
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