19/02/2018
DA REPORTAGEM
A Polícia Civil da cidade de Pirapozinho (SP) desarticulou, na tarde da última quinta-feira (15), em Birigui, um grupo especializado em aplicar golpes na região. Três homens foram presos e a suspeita é de que mais duas pessoas façam parte do grupo. A equipe recuperou 30 mil quilos de mercadorias. Em um dos golpes aplicados, o grupo utilizava dados de uma pessoa que residia na Vila Aparecida, em Penápolis, mas que já é falecida. Os golpistas usavam falsas identidades, nomes de pessoas falecidas e empresas fictícias para praticar o crime de estelionato conhecido como “arara”, quando o autor possui um comércio e, em nome da pessoa jurídica, realiza compras faturadas ou com cheques pré-datados. Porém, o golpista susta os pagamentos e, antes de ser cobrado pessoalmente pelos fornecedores, encerra as atividades do estabelecimento e foge, nãos sendo mais encontrado. A polícia descobriu que um dos dados utilizados pelos bandidos é de um penapolense falecido em 2015. A Polícia Civil informou que era muito difícil detectar a ação dos criminosos, pois eles tinham notas fiscais de todas as compras, passando a impressão de que tudo era legalizado. A partir da expansão dos golpes que foram aplicando na região, foi possível rastrear as ações do grupo.
Prisão
Após monitoramento, os investigadores da Polícia Civil descobriram que os acusados agiam além do Estado de São Paulo, em Goiás e Minas Gerais, e que fariam a entrega de sal mineral e ração de gado em Birigui. Os policiais montaram campana e conseguiram deter um homem de 56 anos – que seria líder do grupo – e um comerciante, de 49, morador de Osvaldo Cruz (SP). Em revista em um veículo Fox, que seria do comerciante, os policiais encontraram uma pasta, contendo um caderno com várias anotações sobre a divisão dos lucros obtidos com os golpes e notas fiscais de diversas empresas. No decorrer das investigações, os policiais descobriram diversas empresas “laranjas” e apreenderam grande quantidade de documentação, além de mais de R$ 8 mil em dinheiro e cheques e celulares. O terceiro envolvido, um comerciante de 47 anos, foi preso horas depois na zona rural de Brejo Alegre.
(Rafael Machi)
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