23/02/2018
A atriz penapolense Janaína Violin interpreta Carmen,uma mulher que narra sua trajetória com diversas nuances
DA REDAÇÃO
Com objetivo de contar a história de várias mulheres e seus percalços, o monólogo ‘Carmen’, com a atriz penapolense Janaína Violin, estreia hoje (23), a partir das 20h30, no Núcleo Acadêmico e Cultural (NAC) da Fundação Educacional de Penápolis (Funepe).
O núcleo é localizado na Praça. Dr. Carlos Sampaio Filho, nº 170, antigo Cine Teatro Lúmine. O convite para assistir a apresentação custa R$ 10,00 e pode ser adquirido antecipadamente com a própria atriz ou no local com até uma hora de antecedência. O espetáculo ‘Carmen’ também foi escrito pela penapolense Juliana Costa.
Segundo Violin, Carmen é uma mulher que narra sua trajetória com diversas nuances, com temas muito caro as mulheres brasileiras, como a violência doméstica e a prostituição, por exemplo. “O espetáculo traz em debate questões sociais de muita relevância e pouca visibilidade na sociedade brasileira atualmente”, explica ela.
A ideia do monólogo surgiu há seis anos quando a atriz ainda residia em Penápolis, antes de passar quatro anos morando e trabalhando no Rio de Janeiro.
“Quando fiz a Neusa Sueli, personagem de Navalha na Carne, de Plínio Marcos num projeto chamado ‘Cabines’ e logo em seguida assumir a assistência de direção do espetáculo ‘Sônia’ [baseado no texto Valsa nº 6 de Nelson Rodrigues e encenado pela atriz Mônika Norte], eu estudei os dois autores e me veio o desejo de fazer uma personagem forte e que tivesse todas essa nuances que toda mulher tem em sua própria vida”, salienta.
Na mesma época conheceu a escritora Juliana Costa e as duas começaram a pensar em um texto inédito, mas, que tivesse a força que a personagem exigia.
“A Juliana chegou a escrever três textos neste processo, mas, logo eu fui pro Rio e mesmo estando lá sempre sentia à necessidade de encenar este texto. Os anos se passaram e com a minha volta repentina à Penápolis para cuidar da minha avó, o desejo de tirá-lo do papel foi maior”, diz. Após receber dois amigos que conheceu na temporada do Rio de Janeiro, ela encarou o convite da também atriz e diretora mineira Ana Martins e em alguns dias na cidade de Belo Horizonte marcou o espetáculo todo. “Foi muito bacana voltar ao palco e poder encenar um texto tão forte e profundo. Contar com o apoio e carinho de amigos no processo de montagem foram essenciais”.
Turnê
Após as apresentações em Penápolis – que ainda terá amanhã, dia 24, apenas para os alunos de psicologia da Funepe, o espetáculo será apresentado em Belo Horizonte e Rio de Janeiro.
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