14/03/2018
Centro de Distribuição dos Correios de Penápolis permaneceu com as portas fechadas por conta da greve
DA REPORTAGEM
A greve dos funcionários dos Correios, iniciada neste domingo (11) em todo o Brasil, já reflete em Penápolis, pois os funcionários do Centro de Distribuição da cidade também cruzaram os braços e decidiram paralisar suas atividades por tempo indeterminado. Desde o início da semana, quem tentou retirar suas correspondências e postagens no Centro que fica na avenida Santa Casa, encontrou as postas fechadas e avisos de que o atendimento havia sido suspenso até o fim do período de greve, que se espalha por todo o Brasil. O Centro de Distribuição é responsável por fazer as entregas no endereço do destinatário pelo carteiro. Com essa paralisação, as entregas estão sendo prejudicadas de forma direta na cidade. Em nota, os Correios afirmou que o movimento atual é injustificado e ilegal, pois não houve descumprimento do acordo coletivo de trabalho da categoria. A greve iniciou no mesmo dia em que o Tribunal Superior do Trabalho (TST) começou o julgamento referente ao plano de saúde, depois que trabalhadores e empresa terem, sem sucesso, tentado chegar a um acordo sobre a questão. Os Correios afirmou também que as representações dos trabalhadores divulgaram uma extensa pauta de reivindicações, porém o verdadeiro motivo da paralisação é a mudança na forma de custeio do plano de saúde da categoria. “Hoje os custos com o plano de saúde dos trabalhadores representam 10% do faturamento dos Correios, ou R$1,8 bilhão por ano. Atualmente, além dos empregados, dependentes e cônjuges, o plano de saúde contempla também pais e mães dos titulares”, afirmou a nota emitida pela estatal.
Reivindicações
Entre os motivos apresentados para a greve estão reivindicações como alterações no Plano de Cargos, Carreiras e Salários; cobrança de mensalidades e retirada de dependentes do plano de saúde; suspensão de férias a partir de abril para carteiros, atendentes e operadores de cargas; redução da carga horária e do salário de funcionários da área administrativa; extinção do cargo de operador de triagem e transbordo (responsável pelo processo de tratamento e encaminhamento de cartas e encomendas); fechamento de mais de 2.500 agências próprias por todo o Brasil; não realização de concurso público desde 2011 e planos de demissão voluntária que reduziram o número de funcionários.
(Rafael Machi)
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