30/08/2018
O analista PECEGE João Marcos Meneghel explica que o levantamento mostrará a situação do produtor de diversas regiões do Brasil
DA REDAÇÃO
Desenvolvido pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em parceria com a FAESP – Federação de Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo e recebendo o apoio do Sindicato Rural de Penápolis, representado pelo diretor SIRP e membro da comissão especial de cana-de-açúcar da FAESP, Nelson Perez Junior, o programa Campo Futuro está qualificando produtores rurais da comarca, levando informações sobre gestão, custos e também riscos para a propriedade.
Em Penápolis, o primeiro encontro ocorreu na sede do SIRP com a participação de 16 produtores. A pesquisa é fundamental para dar subsídios e propor ações que interferem diretamente na vida dos produtores de cana de açúcar.
A metodologia para captar dados de custos de produção é chamada de painel, onde produtores, técnicos e responsáveis pelas propriedades além de definir o sistema de produção local, informam o que gastaram e investiram com as diversas etapas da produção, do preparo a colheita.
“A ideia deste levantamento além de dar um norte de custos, as informações são levadas para CNA então a Confederação terá a noção de como está à situação atual do produtor de diversas regiões do Brasil.”, explica João Marcos Meneghel, analista do PECEGE.
Segundo o presidente do SIRP, Dr. João Antonio Castilho, a importância do painel para o produtor é que ele consegue balizar os custos, ver se as contas estão certas, além de dar uma previsão de futuro da própria realidade do setor.
De acordo com Nelson Perez Jr, é necessário que as politicas governamentais olhem para a classe rural e deem sua devida importância no setor econômico do País. A maioria dos Países ajuda com os subsídios, aqui não. Sem isso fica complicado. Nesse caso, o produtor de cana tem que olhar direito os seus custos, ou seja, ver onde pode reduzir sem comprometer a produção. Ele precisa ter um custo melhor, produzir mais do que produz hoje, reinventar, quebrar paradigmas, abrir a mente para novas tecnologias. E principalmente, o mais importante, o produtor rural precisa saber negociar o seu produto. Não adianta nada pagar barato no insumo, produzir bem e vender quase de graça.
“A reunião foi muito interessante, ela também é um fruto da comissão especial da FAESP. Penápolis nunca tinha participado de um evento desses.Isso trouxe pra região o poder de levantar esse custo, e nós somosum município que temos uma boa importância no canavial do estado de São Paulo.Eu acho importante porque todos os produtores que estavam aqui vão passar para os demais o que aprenderam e entender se o que estão fazendo é bom ou ruim, e onde se pode melhorar”, finalizou.
(AI/Sirp)
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