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Diário de Penápolis

Cidade & Região

22/03/2019

Câmara levanta informações sobre violência contra a mulher

Imagem/Imprensa Câmara Câmara levanta informações sobre violência contra a mulher Delegada Maria Salete Cavestré Tondatto participou da sessão da Câmara Municipal a convite do vereador Rubinho Bertolini

Numa ação dentro do mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, a Câmara Municipal de Penápolis  teve em sua sessão segunda-feira, dia 18, levantamento  sobre a violência contra a categoria. A discussão  ocorreu com a participação da delegada da Delegacia da Mulher, Maria Salete Cavestré Tondatto, convidada através de requerimento de autoria do vereador Rubinho Bertolini (SD). O Legislativo verificou que no ano de 2017 houve o registro de 99 ocorrências de lesão corporal, 172 ocorrências de ameaça e 3 de estupro, incluindo caso de marido  contra a própria esposa. Em 2018 foram 94 ocorrências de lesão corporal e 94 de ameaça. De acordo com a delegada, nos últimos anos houve mudança nas circunstâncias do surgimento da violência doméstica contra a mulher. “Antes era a partir do alcoolismo. Atualmente  a causa é pelo celular, envolvendo discussão de situações em facebook, watsapp e outros”, disse Maria Salete.
O vereador Júlio Caetano (PSD), repercutiu o respaldo e importância da lei “Maria da Penha” e questionou se a Delegacia da Mulher local conta com estrutura de pessoal suficiente para atendimento. A delegada relatou que igual em várias outras unidades da polícia civil em  no estado de São Paulo, em Penápolis faltam delegados, escrivães e investigadores. “Na Delegacia da Mulher temos uma escrivã. Vinte e sete aos atrás contávamos com duas escrivãs e o número de ocorrências era cinco vezes menor”.
O vereador Roberto Delfino (MDB), questionou os motivos da continuidade de violência contra a mulher apesar do aumento do rigor, como a criação da lei “Maria da Penha”. Maria Salete disse que o receio da prisão normalmente acontece de forma maior em casos de reincidência.  “Na hora da raiva, da discussão e  vezes até de agressão iniciada pela mulher, o homem nem sempre vai lembrar que pode ser preso em flagrante por causa da lei Maria da Penha”.
Os  vereadores Rubinho Bertolini e Adalgiso do Nascimento, o Ziza,  agradeceram  o empenho das profissionais da Delegacia de Mulher de Penápolis para o atendimento.

Imprensa/Câmara


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