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Diário de Penápolis

Cidade & Região

23/03/2019

Professores: Paralisação atinge escolas em Penápolis e comarca

Imagem/Rafael Machi Professores: Paralisação atinge escolas em Penápolis e comarca Movimentação de alunos nas escolas foi menor nesta sexta-feira em Penápolis; redução pode estar ligada à paralisação de professores

DA REPORTAGEM

O Sindicato dos Professores  do Ensino Oficial do Estado de São Paulo com sub-sede em Penápolis anunciou que nesta sexta-feira (22) mais de 80% dos professores da rede estadual pertencentes à Diretoria de Ensino de Penápolis haviam aderido à paralisação da categoria que vem ocorrendo em todo o estado. Eles reivindicam reajuste salarial e 6também se posicionam contra a reforma da previdência proposta pelo Governo Federal.
Na tarde de ontem, uma assembleia foi realizada pela categoria na Praça da República, em São Paulo, onde foi aprovada a preparação para a greve e uma nova assembleia deve ocorrer no próximo dia 26 de março.
Segundo a Apeoesp, em Penápolis, muitas escolas tiveram partes de suas aulas canceladas pela ausência de professores que aderiram ao movimento. O sindicato afirmou que em algumas escolas não houve aula. O mesmo ocorreu em cidades da comarca que pertencem à Diretoria Regional de Ensino de Penápolis.
Como parte da paralisação, pelo menos 50 professores penapolenses foram até a capital paulista participar do ato público, segundo o sindicato.
Já em Penápolis, a manifestação ocorreu pela manhã com concentração na praça Dr. Carlos Sampaio Filho. Em seguida, os professores percorreram algumas ruas do centro fazendo a distribuição de panfletos e realizando suas reivindicações. 
De acordo com o apurado pela reportagem, a movimentação em algumas escolas de Penápolis foi menor nesta sexta-feira, o que pode ser reflexo da paralisação anunciada para este dia. Os próprios alunos relataram que, tanto no período da manhã, como da tarde, algumas aulas foram canceladas devido à ausência do professor. A reportagem também tentou contato com a Secretaria Estadual de Educação, mas a pasta não havia se manifestado sobre as paralisações até o fechamento desta edição.

Reivindicação
Segundo a Apeoesp, o sindicato se mantém contra a reforma da Previdência Social por considerar que o Estado não pode utilizar o tema para resolver questões fiscais às custas do direito da aposentadoria. Além disso, a categoria considera a Seguridade Social a melhor opção envolvendo o Sistema Único de Saúde e o Sistema Nacional de Previdência e Assistência Social. Outra reivindicação em pauta é sobre o reajuste salarial da categoria, que pede 10,15% retroativo a janeiro de 2017.

(Rafael Machi)


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