17/02/2021
Sessão da Câmara Municipal teve na segunda-feira diversos manifestos de apoio aos funcionários que ainda não receberam salários
A Câmara Municipal de Penápolis intensificou em sua sessão segunda-feira, dia 15, defesa para que a prefeitura libere com urgência o dinheiro para o pagamento dos funcionários do Hospital de Campanha da Covid-19, desativado há poucos dias pela atual administração com objetivo de transferir o atendimento para a Santa Casa.
A presidente do Legislativo, Letícia Sader (MDB), classificou como desumano o que enfrentam os ex-colaboradores da unidade fechada. “É uma situação de grande dificuldade, pessoas que trabalharam tanto passando necessidade. O pagamento dos salários deve ser prioridade. Pedimos que o caso seja resolvido com urgência”, disse a emedebista.
O vereador Rodolfo Valadão Ambrósio, o “Dr. Rodolfo” (PSD) afirmou que a prefeitura ainda não tinha liberado o pagamento à Organização Social AHBB por causa de diversos apontamentos de irregularidades em notas fiscais. Ele defendeu a realização de depósito em juízo pela administração municipal à gerenciadora do antigo Hospital de Campanha local. “Com o depósito em juízo, o juiz pode liberar o dinheiro da folha de pagamento”.
A vereadora Professora Jandineia (PT) disse que os funcionários não podem ser afetados por causa da prefeitura e AHBB. “Quem está no meio do duelo de dois gigantes são os funcionários e eles não podem ser prejudicados. Quem trabalha quer receber, necessita do dinheiro para prover suas necessidades e de sua família”.
O vereador Professor Bruno (PSD) também falou em apoio aos funcionários que ainda não receberam os salários. “O pagamento do salário deve ser sempre prioridade”.
O vereador Edson Bilche Girotto, o “Batata” (PSDB), citou que ele sugeriu o repasse da prefeitura com depósito em juízo para pagamento aos funcionários. “Quem trabalhou espera receber para poder pagar aluguel, energia elétrica e outros compromissos diversos”.
O vereador Paulinho do Esporte (DEM) considerou que o pagamento deve ser feito sem “judicialização”. “Depositar o dinheiro em juízo pode causar demora para a liberação do pagamento aos funcionários. O prefeito fala de apontamentos para que os valores não sejam pagos, mas não mostra nenhum documento”.
O vereador Ivan Sammarco (DEM), disse que as dificuldades dos funcionários são tão grandes que até “vaquinha virtual” já tem sido promovida.
Imprensa/Câmara
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