20/01/2022
DA REPORTAGEM
Um levantamento da CPFL Energia, nas cidades atendidas pela CPFL Paulista, identificou crescimento de 5,17% nas ocorrências de pipas na rede elétrica em 2021. Esse número passou de 5.066 em 2020 para 5.328, em 2021.
Entre as 10 cidades com mais ocorrências na região de Araçatuba em 2021, o município lidera o ranking com 91 casos, seguido de Birigui com 26, Guararapes com 14; Penápolis, 11; Valparaíso, nove; Luiziânia, seis; Avanhandava, três; Clementina e Coroados, dois; e Alto Alegre, um, totalizando 165 casos. Isso mostrou que o isolamento social não impediu a brincadeira de pipas e, consequentemente, transtornos à rede elétrica.
A CPFL reforça que as pessoas nunca busquem as pipas caídas em locais com equipamentos de energia, que podem causar acidentes e até morte. Mesmo considerado um brinquedo inofensivo ele traz transtornos quando utilizado de forma inadequada, podendo provocar acidentes graves e até fatais e corte no fornecimento de energia.
Também não devem resgatar uma pipa enroscada na rede elétrica, pois além de provocar desligamentos no fornecimento de energia pode causar acidentes, com vítimas fatais. O ideal é soltar pipas longe da rede elétrica. Se acontecer de o brinquedo ficar preso em um fio, a melhor atitude é dá-lo como perdido.
A empresa de energia destaca ainda que muitas pipas ficam enroscadas nos fios e causam interrupções nos meses seguintes. Isso ocorre porque a linha e a estrutura da pipa, enrolada nos cabos elétricos, se tornam condutoras de energia quando chove.
O melhor a fazer é desistir do brinquedo; nunca tente resgatar ou remover uma pipa com canos, bambus, ou laçar o brinquedo na rede elétrica com uso de linhas. Essas atitudes podem representar sério risco à vida; não soltar pipas em dias de chuva, com incidência de descargas atmosféricas (raios). Ela funciona como pára-raios, conduzindo energia; e não se deve subir nas lajes das casas para empinar a pipa. Nesse caso, além de se aproximar da rede elétrica, qualquer distração pode causar uma queda.
CRIME
A empresa destaca que no estado de São Paulo é crime de acordo com a lei estadual nº 12.192, de 2006, usar o cerol ou a chamada “linha chilena”. Por conduzirem eletricidade, em contato com a rede elétrica, aumentam o risco de choques. Por conta do seu poder cortante, essas linhas podem romper os cabos da rede e provocar curtos-circuitos, além de colocar em risco a vida de ciclistas e motociclistas.
Em relação ao números, a CPFL informou que os casos (cortes) não se concentraram durante os meses de férias escolares, como em outros anos, e tiveram números expressivos também em abril, maio, junho, agosto e setembro.
(CN)
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