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26/01/2022

2021: Índice pluviométrico registra menos chuvas em Penápolis

Imagem/Arquivo/DIÁRIO 2021: Índice pluviométrico registra menos chuvas em Penápolis Crise hídrica no Ribeirão Lajeado afetou mais a cidade de Penápolis durante o ano de 2021 do que no ano anterior

DA REPORTAGEM

A cidade de Penápolis teve menos chuvas durante o ano de 2021 do que em 2020. A confirmação foi feita através do Índice Pluviométrico medido pelo Departamento de Água e Esgoto de Penápolis, o Daep. Em 2020, o total de chuvas registrado foi de 837,1 milímetros, enquanto que no ano passado reduziu para 818,9 milímetros durante todo o ano. Apesar da pouca diferença de um ano para o outro, no ano passado foram registrados mais dias com chuvas no decorrer do ano. Foram 65 dias de chuva, enquanto que em 2020 foram 51 dias totais. Vale destacar ainda que, em 2021, houve maior crise hídrica do que no ano anterior com maior redução na vazão de água no Ribeirão Lajeado, rio que abastece Penápolis.
Segundo o índice, o maior volume de chuvas registrado em 2021 foi no decorrer do mês de março, com 185 milímetros de chuva, seguido pelo mês de outubro, com 174 milímetros, o que corresponde a 22% e 21% de toda a chuva do ano respectivamente. Porém, foi em abril, no dia 17, em que houve a maior precipitação de chuva durante todo o ano passado, com mais de 51 milímetros em um único dia. Curiosamente, este foi o único dia deste mês em que o Daep registrou chuvas em Penápolis. 
O terceiro mês com maior volume de chuva em 2021 foi em janeiro, com total de 125 milímetros, o que corresponde a 15% do total de chuvas do ano. 
Por outro lado, durante o mês de julho, não houve chuvas registradas em Penápolis, sendo o único mês zerado para precipitações, seguido de agosto, com apenas 4,7 milímetros de chuvas registrados em um único da do mês. 

Crise hídrica
Foi justamente neste período em que o Daep emitiu alertas sobre o risco de racionamento de água caso as chuvas não aumentassem no período e se não houvesse economia por parte da população. Na época, o comprometimento a vazão do Ribeirão Lajeado chegou a 95% chegando ao “grau crítico”, segundo o Boletim da Estiagem divulgado na época. 
No início de outubro, o presidente do Daep, Carlos Alberto Bachiega, chegou a alertar sobre os riscos de racionamento de água. Ainda nos mesmos meses, o Daep tomou várias medidas para evitar que o problema se agravasse, como a diminuição na pressão da água nas residências, o corte no fornecimento para áreas públicas e até mesmo o desligamento das bombas de captação de água no Lajeado durante a noite.

Janeiro 2022
O último Boletim da Estiagem divulgado pelo Daep, referente aos dias 01 a 15 de janeiro deste ano, mostra uma realidade melhor, mas ainda classificada como “Alerta” por parte da autarquia.
De acordo com o Boletim, no período choveu pouco mais de 50 milímetros e não houve dias acumulados sem chuvas. Por conta disso, a vazão do Ribeirão Lajeado passou para média de 518 litros de água por segundo. Já o comprometimento da captação de água foi de 82%, o que manteve o grau de alerta.

(Rafael Machi)


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