08/01/2025
A Prefeitura de Birigui tem uma dívida de R$ 180 milhões, incluindo os valores a longo prazo
A prefeita de Birigui (SP), Samanta Borini (PSD), informou durante entrevista coletiva no início da semana, que herdou uma dívida de R$ 100 milhões com fornecedores, que não estariam recebendo desde maio do ano passado. Se incluídos os valores a vencer, esse montante chega a R$ 180 milhões, de acordo com o que foi informado.
Ainda de acordo com o que foi anunciado, desses R$ 80 milhões com vencimento a longo prazo, R$ 24 milhões devem ser quitados neste ano de 2025. Diante disso, de acordo com a prefeita, será constituída uma comissão pela Secretaria de Finanças.
Depois, a Prefeitura irá convocar esses fornecedores para propor o pagamento parcelado. “Vamos fazer um estudo, em cima de tudo o que estava em aberto, com esses fornecedores, para estar fazendo o acerto com todos”, afirmou.
Voto de confiança
Durante a entrevista, o vice-prefeito Marcelo Parizati pediu um voto de confiança à população e aos fornecedores, afirmando que todos os problemas que envolvem a Prefeitura de Birigui hoje são financeiros.
“A gente não vai conseguir colocar a casa em ordem no primeiro mês, no segundo mês. Isso é um trabalho de gestão, nós vamos ter que administrar esse débito todo e com R$ 180 milhões de dívida, nosso orçamento não comporta todas as obrigações que nós temos que cumprir" , argumentou.
Ele disse ainda que é o momento de sentar e analisar a situação, que de acordo com ele, é muito crítica, por isso, ele não se comprometeu em dar um prazo para fazer os pagamentos, apesar de afirmar que a Prefeitura irá regularizar a situação. “O que a gente pode afirmar é o seguinte, nós vamos solucionar o problema, o mais rápido possível”, declarou.
Ainda segundo Parizati, assim que a atual administração assumiu, na semana passada, já houve fornecedores informando que não iriam mais atender a Prefeitura se não recebessem os valores em atraso.
Cobranças
Ele explicou que nesse momento, a prioridade é fazer o pagamento dos salários dos servidores, já que também não há dinheiro em caixa para a folha de pagamento completa, conforme já foi informado, por isso, ele será feito de forma escalonada.
“Na verdade até agora foram quatro ou cinco fornecedores (que ameaçaram suspender o atendimento) e nós estamos tentando negociar esse débito, prometendo que nós vamos solucionar o problema, nós não conseguimos precisar nem valores e nem data para isso, mas nós vamos olhar com carinho todos os fornecedores, não só aqueles que nos pressionaram” , afirmou.
(Com Agência Trio Notícias)
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