22/01/2025
O julgamento aconteceu no final de outubro do ano passado, pela 3ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal
DA REDAÇÃO
O TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) manteve a condenação do médico anestesista Cleudson Garcia Montali, de Birigui, e de mais sete réus em ação criminal resultante da Operação Raio-X, que investigou desvio de dinheiro público da área de Saúde em contrato de gestão do Pronto Socorro de Penápolis.
Na ocasião, médicos de Penápolis foram alvo da operação e até mesmo o então secretário de Saúde de Penápolis, à época, foi preso por envolvimento no esquema criminoso. O julgamento aconteceu no final de outubro do ano passado, pela 3ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal e foi divulgado nesta quarta-feira (22) pela Agência Trio Notícias.
No caso de Cleudson, a pena foi reduzida de 104 anos, 2 meses e 20 dias, para 88 anos, 6 meses e 20 dias de prisão, reconhecendo parcialmente o recurso apresentado pela defesa. A segunda maior pena segue com Marcio Takahashi Alexandre, que havia sido condenado em primeira instância a 75 anos de prisão e agora, teve a pena reduzida para 61 anos e 4 dias de prisão.
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