06/03/2025
DA REDAÇÃO
O Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (CRECISP) publicou um estudo relativo ao mês de Janeiro de 2025, comparando os números obtidos nos mercados de venda e locação de casas e apartamentos com os de Dezembro de 2024 em Araçatuba, Penápolis e região.
Foram consultadas 76 imobiliárias das cidades de Araçatuba, Andradina, Araçatuba, Auriflama, Birigui, Castilho, Coroados, Gabriel Monteiro, Ilha Solteira, Jales, Lourdes, Palmeira D'oeste, Paranapuã, Penápolis, Pereira Barreto, Santa Fe Do Sul, São Francisco e Valparaiso.
As vendas apresentaram queda de 37,98% e o volume de novos contratos de locação assinados no período teve queda de 37,74%.
“Essa movimentação negativa é bastante comum e pontual em janeiro, mês em que as pessoas estão mais preocupadas com o pagamento de impostos, com a compra de materiais escolares e outras despesas que não a aquisição de imóveis”, afirmou o presidente do CRECISP, José Augusto Viana Neto.
Vendas em Janeiro
A média de valores das casas e apartamentos vendidos no período ficou em até R$ 200 mil. A maioria das casas era de 2 dormitórios, com área útil de 100 até 200 m². A maioria dos apartamentos era de 2 dormitórios, com área útil de 50 a 100 m². 60,7% das propriedades vendidas em Janeiro estavam situadas na periferia, 25% nas regiões centrais e 14,3% nas áreas nobres.
Com relação às modalidades de venda, 54,8% foram financiadas pela CAIXA, 3,2% por outros bancos, 19,4% diretamente pelos proprietários, 22,6% dos negócios foram fechados à vista e por consórcios, 0% no período.
Locações em Janeiro
A faixa de preço de locação de preferência dos inquilinos de casas e apartamentos ficou em até R$ 1.000,00. A maioria das casas era de 2 dormitórios com 50 até 100 m² de área útil. A maioria dos apartamentos era de 2 e 3 dormitórios com 50 a 100 m² de área útil.
A principal garantia locatícia escolhida pelos locatários foi o seguro fiança. Os novos inquilinos optaram por imóveis situados na periferia das cidades pesquisadas (42%), na região central (28%) e nos bairros mais nobres (30%).
E daqueles que encerraram os contratos de locação, 55,6% optaram por aluguéis mais baratos, 16,7% por aluguéis mais caros e 27,8% não justificaram o motivo da mudança.
(Com A/I CRECISP)
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