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Diário de Penápolis

Cidade & Região

06/06/2008

Acusados de tentativa de homicídio vão a julgamento

O Tribunal do Júri de Penápolis irá se reunir por duas vezes neste trimestre, quando estará julgando quatro réus acusados de tentativas de homicídios. O primeiro procedimento está previsto de ocorrer às 09h30 do dia 17, quando está previsto o julgamento dos réus Willian Rodrigues e Fernando Octaviano dos Santos, acusados de terem tentado matar Junio César da Silva Roque. Conforme o que foi apurado pelo Ministério Público, o crime ocorreu no dia 30 de novembro de 2004 na rua José Pirani, no Jardim Paraíso e teria sido motivado pelo fato de Junio ter se apossado de R$ 650,00 de Willian. Segundo consta, Willian e Junio residiam na mesma casa e, por estar passando por dificuldades financeiras, Junio teria furtado o dinheiro de Willian. Este, insatisfeito, passou a proferir ameaças de morte ao ex-companheiro. Willian teria adquirido pelo valor de R$ 60,00 um revólver calibre 22 e, após informar a Fernando sobre suas intenções, pediu que o levasse de moto até a casa de Junio, além de que aguardasse o desfecho da trama para ajudá-lo na fuga. Ao chegar no local, Willian, segundo consta, pulou o muro da residência e com a arma passou a desferir coronhadas na cabeça de Junio que conseguiu correr e entrar no imóvel. Ao chegar no quarto e se preparar para ligar para a Polícia, Junio foi atingido por dois disparos que atingiram suas costas. Após o atentado Willian teria fugido na garupa da moto do companheiro que o aguardava. Socorrido, Junio sobreviveu aos disparos. Os réus terão os trabalhos de defesa através dos advogados Luis Gustavo Fornazari e Antônio Carlos Oberg.

Segundo
O segundo julgamento está previsto para ocorrer no mesmo horário do dia 24, quando serão julgados os irmãos José Roberto Alves do Nascimento e Marciano Alves do Nascimento. Os dois são acusados de no dia 17 de dezembro de 2000, por volta das 19h00, terem tentado matar a tiros, Maurílio Cândido de Souza, em crime ocorrido na rua Brasil, em Luiziânia. Conforme o que foi apurado pelo Ministério Público, no final da tarde daquele dia, Marciano e Maurílio teriam se desentendido em um bar, quando chegaram a se agredirem mutuamente. Ajudados por pessoas que estavam no local, os dois foram separados, mas, horas mais tarde, os irmãos foram até a residência de Maurílio e, enquanto Marciano permaneceu abaixado atrás do muro para não ser visto, José chamou pela vítima. Esta, ao atender ao chamado, foi surpreendida com Marciano que, armado com um revólver, efetuou um disparo que o atingiu na região da clavícula esquerda. Ele entretanto conseguiu correr para dentro da residência, o que impediu que fosse atingido por novos disparos. Os réus terão em sua defesa os trabalhos do advogado Luis Gustavo Fornazari. (SRF)


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