
08/11/2012
De longe avistei Severo Lima na esquina, chapéu grande, branco, pisando impaciente. Chamei por trás: -"Espera por quem, homem? Severo me perguntou se eu havia tomado café e se ia mesmo para o Rio Periquito. Disse-lhe que sim. Severo subiu na caminhonete disposto a falar.
- Tempinho depois daquele acontecido do garrotinho amarelo, deu-se que sucedeu outro fato, senhor nem acredita, esse de muita dor e tristeza. Sô Eduardo, como costumava fazer, mandou avisar a gente, Raimundo e eu, que chegasse na fazenda dele na sexta-feira. Ele tinha de tirar a vacada de um pasto alugado na Gameleira, perto da Ranchinho. S&aacu [...]
Então, faça seu login e tenha acesso completo:
04/11/2012 - É preciso transformar datas comemorativas em hábitos permanentes
02/11/2012 - Mercadejadores da virgindade
01/11/2012 - O mistério do garrotinho amarelo
31/10/2012 - O prazer de viver
28/10/2012 - Como estamos vendo e tratando os idosos?
25/10/2012 - Toda honra e glória à saudosa Maria Chica!
Todos os artigosDiário de Penápolis. © Copyright 2025 - A.L. DE ALMEIDA EDITORA O JORNAL. Todos os direitos reservados. Proibida a reprodução parcial ou total do material contido nesse site.