
19/01/2013
Quando eu era criança, final dos anos 60, a mudança de ano despertava reflexões, pensava no tempo, no infinito, em Deus. Nunca consegui dormir cedo, mas meus pais estabeleciam às 22h como horário para criança dormir. Assim, refletir por horas era atividade diária. Ganhamos um calendário de 1972, creio que de algum distribuidor de combustíveis, cada mês tinha uma ilustração de um possível futuro, plantações no fundo mar, maquinas automáticas para criar e asfaltar estradas, coisas assim.
Imaginava um futuro tão distante que at&e [...]
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