17/03/2023
Um Copa do Mundo com 104 partidas a partir de 2026, um Mundial de clubes com 32 equipes: reeleito ontem para mais quatro anos como presidente da Fifa, cargo que ocupa desde 2016, o ítalo-suíço Gianni Infantino deseja inaugurar uma era de superlativos, com o aumento das competições e das receitas. Reunidos em Kigali para o 73º Congresso da entidade que comanda o futebol mundial, os delegados das 211 confederações que integram a Fifa reelegeram por aclamação o dirigente de 52 anos, candidato único, como já havia acontecido na eleição de 2019, em um sistema que não permite registrar a presença de vozes dissidentes. A presidenta da Federação Norueguesa, Lise Klaveness, havia afirmado que não apoiaria Infantino e colocou em pauta uma discussão sobre “indenização em caso de violação dos direitos humanos” vinculada às competições da Fifa, ao exigir um balanço sobre as mortes nas obras da Copa do Mundo do Catar/2022 e suas indenizações. Mas os países europeus não conseguiram alcançar um acordo sobre uma candidatura da oposição e Infantino, que foi o homem de confiança de Michel Platini quando o francês comandava a Uefa (2009-2016). Eleito de forma inesperada para comandar a Fifa em fevereiro de 2016, após uma série de escândalos, garantiu a presidência da entidade ao menos até 2027.
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