21/09/2011
O poeta Fernando Pessoa bem disse: “Morrer é só não ser visto”. É nisso que acreditamos. O “doutor Nivaldo”, como o conhecíamos, era pessoa muito querida no meio forense e fora dele, dotado de reputação e de caráter irrepreensíveis. Era profissional muito competente na advocacia. Atuou na área pública como policial civil (escrivão e delegado) e advogado de entes dessa natureza sempre com lisura. Era pessoa humilde, carismática e alegre, transmitindo a todos que lhe contatavam algo invisível naturalmente bom. Para todo assunto, sempre tinha uma boa piada. Deixará saudades a todos. Um vazio terreno certamente ficou, mas, para quem tem fé, sabe-se que ele terá um bom lugar reservado pelo criador, longe dos interesses e das maldades mundanas. O tempo talvez conforte e atenue a saudade. Sua memória se eternizará e seus exemplos permanecerão. Desejamos que estas poucas palavras possam talvez manifestar o nosso respeito por ele e o profundo pesar pela ausência futura do seu físico convívio.
Penápolis, 18 de setembro de 2011.
Adelmo Pinho, Fernando César Burghetti, Marcelo SorrentinoNeira, Dório Sampaio Dias e Fabiano Pavan Severiano (promotores de justiça).
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