05/03/2008
O vereador Carlos Alberto Soares da Silva, o Carlão da Educação (PTN), requereu anteontem à administração municipal esclarecimentos sobre a parada de alguns ônibus de linhas intermunicipais da região fora da plataforma do Terminal Rodoviário de Penápolis. Parte do embarque e desembarque de passageiros desses veículos estava acontecendo na área utilizada pelos ônibus do transporte coletivo urbano e na Marginal Maria Chica. Segundo reclamações recebidas por Carlão através de usuários do serviço, a medida foi adotada por empresas de ônibus para evitar o pagamento de uma taxa de R$ 3,00 a cada parada. O vereador cobrou urgência para uma solução do caso. “A mistura no ponto do coletivo com outros ônibus gera confusão e perigos de acidentes. O Terminal Rodoviário já demandava uma melhor manutenção e passar a ter mais esse problema não dá”, discursou Carlão. O vereador Francisco José Mendes (PSDB), o Tiquinho, contou que a mudança de parada representou riscos principalmente para as crianças e idosos. O tucano disse que com a cobrança da taxa as empresas de linhas regionais teriam uma despesa média mensal de R$ 1 mil e pediu que a Empresa Municipal de Urbanização de Penápolis (Emurpe), administradora do Terminal Rodoviário, buscasse um acordo. Ontem à tarde, segundo relato de alguns usuários, a parada de ônibus de linhas intermunicipais da região tinha voltado para a plataforma.
Som
O vereador Roberto Calez (PT), requereu a revisão do código tributário municipal na parte de taxas para os proprietários de veículos, motos e bicicletas de serviço de som na cidade. A medida atende solicitação dos prestadores desse serviço. Segundo eles, em períodos de chuvas as motos e bicicletas ficam impedidas de executar o trabalho e mesmo assim pagam a taxa. “A categoria não é contra o pagamento das taxas municipais, mas entende que deve haver uma diferenciação no valor cobrado”, relata o vereador. Calez também indicou à administração municipal a aquisição de bíblia e outros livros em braile para a Biblioteca Municipal e consulta com psicólogo para os motoristas de ambulância a pelo menos cada cinco meses. Na justificativa ele diz que esses motoristas acabam se envolvendo emocionalmente em situações difíceis de saúde dos pacientes transportados e o acompanhamento por um psicólogo os ajudará, como ocorre com os policiais civis e militares da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo. Imprensa/Câmara
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